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COMPORTAMENTO DA FLEXIBILIDADE EM TRINTA SESSÕES DE TREINO PARA OS GOLEIROS DE HANDEBOL DO PROJETO DE EXTENSÃO UFV – HANDEBOL GERAÇÃO 2010

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Autor(es)

Leandro Carlos da Silva, José Geraldo do Carmo Salles, José Alberto Pinto, Daniela Gomes Rosado.

Resumo

O handebol é uma modalidade bastante difundida no meio estudantil do Brasil, entretanto, são escassas as pesquisas relacionadas à modalidade e atletas na fase escolar. O presente estudo, de natureza interventiva e qualitativa, buscou abordar a flexibilidade no treinamento do handebol, especificamente abordando o goleiro. A amostra foi composta por três atletas da categoria juvenil do Projeto de Extensão UFV - Handebol Geração 2010, que foram submetidos a 30 sessões de treinamento de flexibilidade empregando os métodos estático e balístico, visando à participação na Copa UFV de Handebol 2007. Inicialmente eles foram submetidos a dez testes para aferição dos níveis de amplitude articular: O primeiro, sentar e alcançar (JONHSON e NELSON, 1979) e posteriormente 9 movimentos do flexiteste (ARAÚJO, 1987). Após as 30 sessões de treino foram novamente testados e realizada uma comparação sobre os níveis de modificação de amplitude dos movimentos em relação à primeira avaliação. Os índices alcançados pelos três goleiros demonstraram melhoras superiores entre 16% e 27%.

Palavras-chave: Handebol, Goleiro, Flexibilidade

Abstract

The handball is a widespread sport between the students of Brazil, but, the researches that relate this sport and the young brazilian athletes are uncommon. The present study, of interventionist and qualitative role, means to get the flexibility in the training of the handball athletes, looking specifically to the goalkeeper. The sample was composed by 3 (three) athletes, from the Juvenile class, and from the project: UFV – Handball Generation 2010. They were submitted to 30 (third) sessions of flexibility training using the static and ballistic methods looking for their participation in the Cup UFV de Handball 2007. Initially they were submitted to 10 (ten) tests to get their levels of articular amplitude. The first one was the Seat and Reach (JONHSON & NELSON, 1979) and, next to it, 9 (nine) movements of the “Flexiteste” (ARAÚJO, 1987). After the 30 (third) sessions of training, the athletes were tested again and the levels of modifications, since the first evaluation, compared. There was an improvement between 16-27% among the three handball goalkeepers.

Key-words: Handball, goalkeeper, Flexibility.